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Harmonização facial sem cirurgia: Biomédica esclarece quais os riscos e vantagens

30 de setembro de 2019

A busca pela beleza sempre esteve presente na vida de homens e mulheres. Aliado a esse desejo, também se somam os receios acerca dos riscos e cuidados com a realização de procedimentos muitas vezes invasivos. Uma das técnicas mais procuradas ultimamente, inclusive já feitas por artistas como Grethen, Joelma, Débora Seco, Leandro Hassum e outros, é a harmonização facial, conjunto de procedimentos que vem chamando a atenção de homens e mulheres de diversas idades que buscam a jovialidade e saúde que perdem com o passar dos anos. Por ser um procedimento não cirúrgico e injetável, será que a harmonização traz algum risco?

Segundo a biomédica Tayla Silva Santos, quando o assunto é estética, a harmonização facial representa um dos caminhos mais seguros, eficazes e bastante procurado no momento para esse objetivo. Ela explica que trata-se, na verdade, de um conjunto de métodos estéticos combinados para melhorar a harmonia do rosto, aprimorando os traços e tratando ou prevenindo o envelhecimento facial, o qual se caracteriza principalmente pela perda da elasticidade da pele, queda dos tecidos, músculos e gorduras. O tratamento associa a aplicação de toxina botulínica, de fios de sustentação e de preenchedores (preenchimentos com ácido hialurônico), além do tratamento com bioestimuladores visando repor aquilo que o tempo e a idade acabam fazendo com que o indivíduo perca, ou seja, gordura, estrutura óssea e músculos. Outros processos da harmonização facial estão redução de linhas de expressão e rugas com a toxina botulínica, já citada pela biomédica.

Tayla Santos salienta que essa técnica tem tido uma grande adesão tanto entre mulheres como também entre os homens. O mais interessante, segundo ela, é que procedimentos como redução ou aumento ou levantamento do nariz, por exemplo, está na lista desse conjunto de técnicas que harmonizam o rosto, para os que se interessam. A rinomodelação é um procedimento que utiliza o acido hialurônico para substituir procedimentos cirúrgicos e atingir os objetivos que, até então, só se conhecia possível com a cirurgia.

É importante ressaltar que, como todos os procedimentos estéticos, a harmonização facial tem um tempo de durabilidade. São produtos que podem permanecer com efeito por seis meses ou até quatro anos, a depender do produto utilizado. Além de levar em conta o produto usado e seu fabricante, a biomédica também salienta tudo isso também depende do organismo e do estilo de vida do paciente. “O próprio corpo vai absorvendo esses produtos, sem dano algum para a vida, com o passar do tempo”, explicou.

A biomédica chama a atenção para a idade mínima indicada para realização desse tipo de procedimento estético. Tayla recomenda que somente a partir dos 18 anos ou, a depender da demanda ou dos 25 ou 27 anos que é justamente quando a perda da proteína de colágeno, responsável pela sustentação desse tecido, começa a se acentuar. Os procedimentos então fazem essa substituição.

O cuidado com a escolha do profissional que irá fazer esse tratamento é de fundamental importância, pois, conforme alerta a biomédica, pois são técnicas que podem resultar em complicação para o paciente e esse profissional deve estar preparado para lidar com essa situação. Todo procedimento implica em riscos e é por isso que deve ser executado por profissionais com experiência para identificar e intervir prontamente em qualquer complicação. “No caso da toxina botulínica, a complicação mais temida é a ptose (queda) da pálpebra e que reverte espontaneamente entre dois e três meses da aplicação. Os preenchedores podem provocar equimoses, hematomas, vermelhidão e inchaço, que resolvem em poucos dias, até necrose tecidual pela injeção da substância acidentalmente no interior de vasos, normalmente por imperícia do profissional”, alerta Tayla.

 

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