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Hospital Clériston Andrade arrecada aproximadamente 30 toneladas de donativos para as famílias atingidas pelas chuvas na Bahia

29 de dezembro de 2021

Um dia para entrar na história e ser lembrado por todos os funcionários, colaboradores e comunidade em geral que de alguma forma contribuiu para se uniu à corrente de apoio e solidariedade para ajudar a população prejudicada pelas fortes chuvas que acometeram diversas regiões da Bahia. A Campanha SOS Chuvas na Bahia do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). foi uma iniciativa do coordenador da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do HGCA, Dr Lúcio Couto e teve início no dia 27 de dezembro. Em pouco tempo o auditório da unidade já estava lotados de donativos e a todo momento novas doações iam chegando.

Roupas, alimentos, material de higiene e de limpeza, água, dentre outros materiais foram arrecadados. Na manhã desta quarta-feira, 29, dois caminhões do Exército estiveram na unidade para pegar os donativos e levar para as cidades de Itabuna e Ilhéus. Foi necessária a formação de uma força tarefa com soldados do 35º BI e funcionários do HGCA para abastecer os caminhões. De acordo com uma estimativa do Exército, nestes dois caminhões foram levados 10 toneladas de alimentos. No entanto, o auditório continua lotado e ainda faltam aproximadamente 20 toneladas de donativos para serem encaminhados.

De acordo com a direção do hospital, o exército ficou de encaminhar mais um caminhão e dois empresários da cidade se prontificaram a também fazer esse translado. “Emocionante ver o quanto nossos funcionários, colaboradores e a comunidade abraçaram esta campanha. As doações foram além das nossas expectativas, e tenho certeza que vai ajudar de forma significativa as famílias desabrigadas e desalojadas pela chuva no sul da Bahia”, afirmou Dr. José Carlos de Carvalho Pitangueira, diretor-geral do HGCA.

Para o médico Lúcio Couto, a campanha SOS Chuvas na Bahia do HGCA, demonstrou que a união de todos, a solidariedade e o amor fazem uma grande diferença na vida de quem está precisando. “Quando assistimos e vemos o caos em que estas famílias estão vivendo, não tem como não se sensibilizar com a situação. Na verdade, o que fizemos ainda é muito pouco diante do tamanho da necessidade destas pessoas que perderam tudo”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Comunicação do HGCA

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