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Compra de materiais escolares: como economizar e se estressar menos nesse período

Por Adriana Matos em 09/01/17 18:08 - Atualizada em 09/01/17 21:19
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Faltando cerca de um mês para o início das aulas, temos três tipos de pessoas que lidam com a compra do material escolar de forma bem diferente. Há aquelas famílias que aproveitaram o décimo terceiro salário e, já em dezembro passado, conseguiram comprar os materiais escolares com antecedência a fim de curtirem as férias sem essa preocupação. Também existem aqueles – e eu me incluo nesse grupo – que se informam sobre os materiais solicitados para o ano seguinte meses antes do ano letivo terminar (algumas escolas disponibilizam as listas nos sites da instituição) e compram esses materiais aos poucos durante o ano e, já em novembro, conseguem zerar essa lista.

Eu, particularmente, adotei esse costume há uns três ou quatro anos e o resultado, realmente, me deixa muito mais tranquila. As lojas estão vazias ainda e os preços acabam não pesando tanto no bolso por eu comprar ao poucos. Para o início do ano, deixo para adquirir os módulos das disciplinas, os quais são vendidos na própria escola. Esse ano, acabei pagando mais caro somente por um item, a agenda escolar, pois a mesma acabou sendo colocada à venda por cinco reais a menos em dezembro na mesma loja. Mas, mesmo assim, só o fato de passar o final do ano com os materiais guardados em casa já me deu um aliviada.

Infelizmente, nem todo mundo consegue comprar o material com antecedência, ou por falta de dinheiro  (o mais comum nessa crise em que nos encontramos) ou pela falta de organização para isso. O resultado é o estresse das lojas cheias e a grande chance de comprarmos os materiais mais caros, ou porque as lojas reajustam mesmo nesse período, ou pelo fato de não mais termos tempo – e paciência – para sairmos a pesquisar as lojas com preços mais em conta. Portanto, se você se encontra na cidade, acredito que o melhor seja não esperar a semana que antecede o início das aulas e aproveitar o período em que muita gente ainda está viajando para ir às compras.


Como eu economizo nas compras?


Além de optar por comprar com antecedência, uma das coisas de que não abro mão é de conversar com minhas duas filhas de 10 anos de idade sobre o papel da mídia em tentar nos convencer  de que materiais como mochila, lancheira e estojos precisam ser trocados todos os anos e que os temas “da moda” são o ideal para a aquisição. Lá em casa, isso está muito claro para as meninas. Em sete anos de escola, Maria Clara e Maria Eduarda somente tiveram 3 mochilas. Esse ano, depois que as aulas iniciarem, a gente deve adquirir, pela internet, uma nova mochila com modelo de anos anteriores, o que costuma baratear o valor. Lancheiras e estojos seguem o mesmo ritmo, ou seja, em casa, somente adquirimos algo se necessário for.


Reaproveitamos cadernos sim


Ate o ano passado, as meninas utilizavam cadernos caligráficos adquiridos na escola. De um ano para o outro, sempre sobravam bastantes folhas. O que fazia? Costumizava (tem várias ideias no youtube) a capa e elas utilizavam até o fim. Somente depois, adquiríamos um novo. Esse ano que passou, algumas disciplinas também terminaram antes do tempo previsto. Como eu tinha alguns cadernos em casa com folhas sobrando, desprezamos as folhas usadas e um novo caderno surgiu. É sempre importante deixar bem claro que existe uma grande diferença entre algo usado e algo velho, estragado. Minhas filhas sabem muito bem isso e conseguem compreender a necessidade desse reaproveitamento. Sobre os cadernos, outra coisa que nos ajuda a economizar é o fato de não comprarmos material com temas ou marcas cujos preços chegam a ser abusivos de tão caros. Para esse ano, o caderno mais caro custou R$ 17,00, os demais (quatro no total), pouco mais de R$ 7,00. Sobre a agenda (aquela, cuja promoção acabei perdendo por ter comprado com antecedência), esse ano, resolvemos comprar algo sem tema específico, o que resultou em uma economia de mais de R$ 15,00. Elas compraram agendas com capas fluorescentes e enfeitaram do jeito delas.


Marcas famosas


Tem algo de  que não abro mão: é a qualidade dos lápis e canetas coloridas. Compro sempre da Faber Castel e da Bic (esse não é um post pago, infelizmente, ébom deixar claro. Quando o texto for patrocinado, avisaremos). As tintas sempre opto pelas da marca Acrilex, assim como as massinhas de modelar.  É que a experiência me ensinou, ao longo desses sete anos de escola, que esses são materiais mais duráveis e que realmente apresentam qualidade. Os lápis coloridos que sobram de um ano para o outro são deixados em casa para a realização das tarefas.


O que a escola pode exigir na lista de material escolar?


É muito importante que estejamos atentos para a lista de materiais escolares exigidos pelas escolas, pois, de acordo com o Procon, itens como papel higiênico, medicamentos, álcool e outros  não podem ser de responsabilidade da criança, mas da própria escola. Vejamos a lista abaixo e, caso esteja faltando algum material, não deixem de registrar no espaço reservado para os comentários.

nullFonte: http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias


Não esqueçamos também, para quem adquire livros didáticos, de que a compra desse tipo de material na feira de livros usados que ocorre todos os anos no estacionamento da Prefeitura de Feira de Santana também representa uma grande economia no nosso orçamento. Seria interessante, você procurar se informar sobre a realização desse tipo de feira na sua cidade. A troca de livros paradidáticos ou de literatura também é uma ótima opção. Portanto, que tal entrar em contato com as famílias dos alunos que estudaram a série em que seu filho ou filha será matriculado esse ano e propor trocas ou vendas dos livros usados? Sugira também ao diretor ou diretora da sua escola para fazer essa ponte. Que tal uma feira na própria escola? E, para o próximo ano, que tal iniciar um cofrinho para ajudar na compra antecipada do material?

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Adriana Matos e Cristiane Melo


Somos Adriana Matos e Cristiane Melo. Mulheres apaixonadas pela vida, pela profissão que escolhemos, pela família e pelas filhas. Criamos o blog para inspirar as pessoas a viverem mais e melhor, de forma que tenham qualidade de vida e (re) aprendam a viver diariamente de maneira plena e saudável, cuidando de si e do outro, superando obstáculos, alimentando projetos, estabelecendo metas e realizando sonhos. saiba mais

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Oi gente, estamos no Setembro Verde, mês de incentivo a doação de órgãos  e tecidos. Já presenciei alguns  momentos de desespero e de dor no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA) onde trabalho como assessora de comunicação. Sem dúvida perder um ente querido, um parente ou familiar e ter consciência de que os órgãos dessa pessoa podem salvar outras vidas, com toda certeza não é uma decisão fácil de ser tomada. Imagine você ver um familiar com batimentos cardíacos, o corpo ainda quente, tudo aparentemente bem, porém com diagnóstico de morte encefálica ou seja, morte cerebral. É nesse exato momento que a família faz valer a vontade do paciente que em vida declarou o desejo de ser um doador de órgãos.

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