Silêncio que adoecee: especialista em hipnose clínica integrativa alerta para a importância da saúde emocional dos homens neste Novembro Azul

Silêncio que adoecee: especialista em hipnose clínica integrativa alerta para a importância da saúde emocional dos homens neste Novembro Azul

Estudos recentes apontam que os homens continuam sendo os que mais adoecem e morrem por causas evitáveis no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, eles representam 76% das mortes registradas no país e quase 80% dos casos de suicídio, além de liderarem as estatísticas de alcoolismo e acidentes de trabalho,  94,3% das vítimas entre 2010 e 2019 eram do sexo masculino, de acordo com o IBGE. Esses números revelam um quadro alarmante de sofrimento silencioso, em que o adoecimento emocional é negligenciado e acaba impactando diretamente a saúde física.

Pesquisas da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do INCA reforçam que fatores psicossociais e emocionais estão entre os que mais afetam o sistema imunológico, podendo favorecer o surgimento ou agravamento de doenças crônicas, incluindo o câncer. “A hipnose não é mágica, mas o que ela faz parece mágica, porque acessa memórias congeladas e permite o desbloqueio emocional.”, afirma o especialista, destacando que o método atua na liberação de emoções reprimidas.

Neste Novembro Azul, dedicado à conscientização sobre o câncer de próstata, a saúde mental masculina ganha um novo foco. Conforme estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a Bahia deve registrar 6.510 novos casos da enfermidade em 2025, sendo 1.200 apenas em Salvador, ocupando o segundo lugar entre os estados com maior incidência da doença. Para o psicoterapeuta Diego Wildberger, especialista em Hipnose Integrativa, a conexão entre corpo e mente é inegável: “Quando aprendemos a lidar com o que sentimos, o corpo responde com leveza. Cuidar da mente é cuidar do corpo. O corpo fala o que a mente silenciou.”

A campanha, tradicionalmente voltada à detecção precoce do câncer de próstata, também é, segundo Diego Wildberger,  uma oportunidade de abrir espaço para conversas sobre emoções, vulnerabilidades e autoconhecimento. “Muitos homens mantêm comportamentos de repressão emocional. Vestimos uma armadura de força, mas em algum momento essa armadura vai começar a pesar”, observa o psicoterapeuta.

Ele destaca que as angústias masculinas, como a sensação de não conseguir prover, proteger ou corresponder às expectativas sociais, acabam sendo canalizadas pelo corpo. “São cinco feridas universais que todos carregamos: traição, rejeição, humilhação, injustiça e abandono. E o que todos buscamos, no fundo, é amor, proteção, reconhecimento, pertencimento e acolhimento.”

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