Má alimentação e sedentarismo acendem alerta para a saúde dos adolescentes
Os hábitos alimentares inadequados e a falta de atividade física continuam sendo grandes desafios para a saúde dos adolescentes brasileiros. Especialistas alertam que o consumo frequente de alimentos ultraprocessados, bebidas açucaradas e fast food, aliado ao aumento do tempo em frente às telas, favorece o desenvolvimento de doenças que antes eram mais comuns na vida adulta.
Entre os principais problemas associados ao sedentarismo e à má alimentação estão o sobrepeso, a obesidade, a hipertensão arterial, o diabetes tipo 2 e o aumento do risco de doenças cardiovasculares. Além dos impactos físicos, esses hábitos também podem influenciar a saúde mental, afetando o humor, a autoestima e a qualidade do sono.
A adoção de uma rotina mais saudável começa com pequenas mudanças. Nutricionistas recomendam priorizar alimentos naturais, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais e proteínas de qualidade, reduzindo o consumo de produtos ultraprocessados, ricos em açúcar, sódio e gorduras.
Outro ponto fundamental é incentivar a prática regular de atividades físicas. A recomendação é que adolescentes realizem pelo menos 60 minutos diários de exercícios de intensidade moderada a vigorosa, o que pode incluir caminhadas, esportes, dança, ciclismo ou outras atividades que promovam movimento e bem-estar.
A participação da família também faz diferença. Pais e responsáveis podem contribuir oferecendo refeições equilibradas, limitando o tempo de tela e estimulando momentos de lazer ao ar livre.
Especialistas reforçam que investir em hábitos saudáveis durante a adolescência reduz significativamente o risco de doenças crônicas na vida adulta e contribui para uma melhor qualidade de vida ao longo dos anos.